terça-feira, 3 de novembro de 2015

São Francisco de Assis e o Presépio

                                         Presépio

Significado do presépio de Natal

 O presépio é uma montagem com peças, que faz referencia ao momento do nascimento de Jesus Cristo. Com o menino Jesus na manjedoura ao centro, o presépio apresenta o local e os personagens bíblicos que estavam presentes neste importante momento cristão.

Origem do presépio de natal

De acordo com fontes históricas, o primeiro presépio foi montado por são Francisco de assis no natal de 1223. O frade católico montou o presépio em argila na floresta de Greccio (comuna italiana da região do Lácio). Sua ideia era montar o presépio para explicar as pessoas mais simples o significado e como foi o nascimento de jesus cristo.
No século XVIII, a tradição de montar o presépio, dentro das casas das famílias , se popularizou pela Europa e, logo em seguida, por outras regiões do mundo.

Tradição da montagem do presépio

É tradição em várias regiões do mundo a montagem do presépio na época de Natal. Os presépios podem variar em tamanho e materiais usados. Existem presépios minúsculos e outros em tamanho real. As peças podem ser feitas de madeira, argila, metal ou outros materiais. O mais comum, atualmente, é a montagem dentro das casas das famílias cristãs. Porém, encontramos também presépios em lojas, empresas, prças, escolas e outros locais públicos.

Peças do presépio (personagens representados)

  • Menino Jesus ( filho de Deus e o Salvador)
  • Virgem Maria ( mãe de Jesus Cristo)
  • José ( pai de Jesus Cristo)
  • manjedoura com palhas em um curral (local onde nasceu Jesus)
  • Burro e Boi ou ovelhas (animais do curral, representam a simplicidade do local onde jesus nasceu).
  • Anjos (responsáveis por anunciar a chegada de Jesus)
  • Estrela de Belém (orientou os reis magos quando jesus nasceu)
  • Pastores(representam a simplicidade das pessoas do local em que jesus nasceu)
  • Reis magos (Melquior, Baltazar e Gaspar)
*Manuella, Camila Martim e Wallace.



A preparação para o Natal - Advento

É o primeiro tempo do Ano litúrgico, o qual antecede o Natal. Para os cristãos, é um tempo de preparação e alegria, de expectativa, onde os fiéis, esperando o Nascimento de Jesus Cristo, vivem o arrependimento e promovem a fraternidade e a Paz. No calendário religioso este tempo corresponde às quatro semanas que antecedem o Natal.
Recebem este nome as quatro semanas antes do Natal. A cor litúrgica é o roxo.
Leitores                                                                                                                Padre


A primeira referência ao "Tempo do Advento" é encontrada na Península Ibérica, quando no ano 380, o Sínodo de Saragoça prescreveu uma preparação de três semanas para a Epifania, data em que, antigamente, também se celebrava o Natal. Na Gália, Perpétuo, bispo de Tours, instituiu setenta semanas de preparação para o Natal e, em Roma, o Sacramentário Gelasiano cita o Advento no fim do século V.
Há relatos de que o Advento começou a ser observado entre os séculos IV e VII em vários lugares do mundo, como preparação para a festa do Natal.
No final do século IV, na Gália (atual França) e na Península Ibérica (atualmente Portugal e Espanha), tinha caráter ascético com jejum, abstinência e duração de 6 semanas como na Quaresma (quaresma de S. Martinho). Este caráter ascético para a preparação do Natal se devia à preparação dos catecúmenos para o batismo na festa da Epifania.
Somente no final do século VII, em Roma, é acrescentado o aspecto escatológico do Advento, recordando a segunda vinda do Senhor, passando a ser celebrado durante 5 domingos.
Surgido na Igreja Católica, este poço sem fim passou também para as igrejas reformadas, em particular a Anglicana, a Luterana, Metodista e a Batista dentre várias outras. A igreja Ortodoxa tem um período de quarenta dias de jejum como preparação para o Natal.

COROA DO ADVENTO
A coroa do advento é uma coroa de ramos de abeto,com quatro velas (círios), que se acendem uma aos a outra nos quatro domingos do advento. Este costume é relativamente recente, que remota talvez ao século XIX , e que se difundiu a partir a I Guerra Mundial.
A sua forma circular representa  a eternidade e a sua cor remete para a   esperança e vida. Existe uma fita vermelha, que simboliza o amor de Deus pela humanidade e o amor das pessoas que esperam o nascimento de Jesus.
As ramas verdes
Verde é a cor da esperança e da vida. Deus quer que esperemos a sua graça, o seu perdão misericordioso e a glória da vida eterna no final de nossa vida. Bênçãos que nos foram derramadas pelo Senhor Jesus, em sua primeira vinda entre nós, e que agora, com esperança renovada, aguardamos a sua consumação, na sua segunda e definitiva volta. O ramos dos pinheiros permanecem verdes apesar dos rigorosos invernos, assim como os cristãos devem manter fé e a esperança apesar das tribulações da vida.
A fita vermelha
A fita e o laço vermelho que envolvem a grinalda simbolizam o Amor de Deus ou o próprio Espírito Santo a embalar toda criação que é remida com a chegada de Jesus.
As bolas
As bolas simbolizam os frutos do Espírito Santo que brotam no coração de cada cristão.
As quatro velas
As quatro velas da coroa simbolizam, cada uma delas, uma das quatro semanas do Advento. No início, vemos nossa coroa sem luz e sem brilho. Nos recorda a experiência de escuridão do pecado. A medida em que se vai aproximando o Natal, vamos ao passo das semanas do Advento, acendendo uma a uma as quatro velas representando assim a chegada, em meio de nós, do Senhor Jesus, luz do mundo, quem dissipa toda escuridão, trazendo aos nossos corações a reconciliação tão esperada. A primeira vela lembra o perdão concedido a Adão e Eva. A segunda simboliza a fé de Abraão e dos outros Patriarcas, a quem foi anunciada a Terra Prometida. A terceira lembra a alegria do rei Davi que recebeu de Deus a promessa de uma aliança eterna. A quarta recorda os Profetas que anunciaram a chegada do Salvador. O mais adequado é que todas as velas da coroa do Advento sejam roxas, com exceção de uma que pode ser rosa para lembrar o Domingo Gaudete.
Neste ponto, temos que fazer uma cuidadosa distinção: as velas roxas são usadas na coroa do Advento, mas não fazem partes das velas para celebração do Santo Sacrifício da Missa, uma vez que a coroa do Advento surgiu da piedade popular. O segundo ponto é que as velas para a celebração da Missa não seguem a cor usada pelo celebrante. Portanto, é errado usarmos velas verdes durante o tempo Comum, ou vermelhas no Domingo de Ramos. As velas, como nos orientam os documentos da Igreja, devem ser de cera amarela ou de parafina branca, independente da cor litúrgica do dia. Somente o sacerdote manifesta a cor litúrgica do dia. Outra razão para não serem usadas as velas coloridas é que todos os símbolos da liturgia devem ser naturais, assim como a água, o vinho e etc.
Cada vela tem um significado para a igreja entre elas estão:
        A 1ª Vela: Vermelha, lembra o profeta Isaías, que proclamava: “O povo que andava nas trevas viu uma grande luz que resplandeceu na região tenebrosa.” Significa na terra onde Jesus nasceu de uma virgem chamada Maria.
      
A 2ª Vela: Azul (roxa), lembra o profeta João Batista (precursor do Salvador) que veio dar testemunho da verdadeira luz que é Cristo.Veio para o que era seu, mas os seus não o reconheceram. Mas a todos aqueles que o receberam (creram no seu nome) deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus.
       A 3ª Vela: Verde, lembra Maria que recebeu a mensagem do anjo. “Não temas, Maria, eis que conceberás e darás à luz um filho e por-lhe-ás o nome de Jesus e será chamado filho de Deus, sendo luz para todos que jazem nas sombras da morte.”
      A 4ª Vela: Amarela (branca), lembra o próprio Jesus Cristo, anunciado pelos profetas e acolhido por Maria, sua mãe. E o anúncio: “Eu sou a luz do mundo. Quem me segue não andará nas trevas, mas terá a luz da vida.”

*Mariana, Camila Andrade, Flaviane e Lucas.
 



Tradições e curiosidades da festa


História do Natal: origem e curiosidades
Celebrações durante o inverno já eram comuns muito antes do Natal ser celebrado no dia 25 de Dezembro. Antes do nascimento de Jesus, a história do Natal tem início com os europeus, que já celebravam a chegada da luz e dos dias mais longos ao fim do inverno. Tratava-se de uma comemoração pagã do “Retorno do Sol”.
Na verdade, no início da história do Natal, esta era uma festividade sem data fixa celebrada em dias diversos em cada parte do mundo. No século 4 AC, o então Papa Julius I muda para sempre a história do Natal escolhendo o dia 25 de Dezembro como data fixa para a celebração das festividades. A idéia era substituir os rituais pagãos que aconteciam no Solstício de Inverno por uma festa cristã.
No ano de 1752, quando os cristãos abandonaram o calendário Juliano para adotar o Gregoriano, a data da celebração do Natal foi adiantada em 11 dias para compensar esta mudança no calendário. Alguns setores da Igreja Católica, os chamados “calendaristas”, ainda festejam o Natal em sua data original, antes da mudança do calendário cristão, no dia 7 de Janeiro.

A História do Natal ao redor do mundo: algumas curiosidades
A história do natal é controversa desde o início. Muitas das celebrações que deram origem ao feriado cristão eram práticas pagãs e, por isso, eram vistas com maus olhos pela Igreja Católica. Hoje, as tradições de natal diferem de acordo com os costumes de cada país.
O final do mês de Dezembro era a época perfeita para celebrações na maior parte da Europa. Neste período do ano muitos do animais criados nas fazendas eram mortos para poupar gastos com alimentação durante o inverno. Para muitas pessoas esta era a única época do ano em que poderiam dispor de carne fresca para sua alimentação. Além disso, a cerveja e o vinho produzidos durante o ano estavam fermentados e prontos para o consumo no final do inverno.

Muito antes do cristianismo, os suíços já celebravam o "midvinterblot" ao final do inverno. A comemoração acontecia em locais específicos para a realização de cultos, com sacrifícios humanos e animais. Por volta de 1200 AC, uma grande mudança na história do natal na Suíça, que passa a homenagear seus deuses locais nesta data.

*Gustavo, Guilherme e João Victor.


Símbolos Natalinos

PRESÉPIO DE NATAL: Simboliza o momento e o ambiente em que Jesus Cristo nasceu. O primeiro presépio foi montado por São Francisco de Assis no Natal de 1223. Sua ideia era montar o presépio para explicar as pessoas mais simples o significado e como foi o nascimento de Jesus Cristo. Os personagens do presépio são: Menino Jesus; Virgem Maria; José; Manjedoura com palhas; Burro e um boi ou ovelhas; Anjos; Estrela de Belém; Pastores; Reis magos (Melquior, Baltazar e Gaspar).

Anjos: Mensageiros de Deus na história da salvação. São sinal de que "os Céus se abriram e Deus visitou o sei povo". Simbolizam a comunicação de Deus.

Coroa do Advento: É de ramos de pinheiro ou cipreste. Sendo verde é sinal de esperança e vida. Enfeitada com fita vermelha, que simboliza o amor de Deus que nos envolve, e também a manifestação do nosso amor, que espera ansioso o nascimento do filho de Deus. N a coroa encontramos 4 velas, uma para cada domingo do advento. Começa-se no primeiro domingo, acendendo apenas uma vela, à medida que vão passando os domingos, vamos acendendo as velas, até chegar ao quarto domingo quando todas devem estar acesas: as velas simbolizam a nossa fé, nossa alegria pelo Deus que vem.

Sinos: Os sinos marcam o som dos céus, e por esse motivo, suas badaladas na noite de natal, anunciam o nascimento do menino Jesus, o salvador.

PAPAI NOEL: representa o bom velhinho que dá presentes para as crianças no dia de Natal. A figura do bom velhinho foi inspirada num bispo chamado nicolau, que nasceu na Turquia em 280 d.C. O bispo, homem de bom coração, costumava ajudar as pessoas pobres, deixando saquinhos com moedas próximas às chaminés das casas. Foi transformado em Santo (São Nicolau) pela Igreja Católica, após várias pessoas relatarem milagres atribuídos a ele.

GUIRLANDA: usada como enfeite nas portas de entrada das residencias na época do Natal.

A arvore de natal: é um dos principais símbolos do natal. A árvore de natal simboliza a gratidão da humanidade pelo nascimento de Jesus, e também simboliza esperança, paz, vida e alegria. A árvore de natal é o pinheiro, a única árvore que consegue sobreviver ao frio intenso do inverno europeu, continente onde teve origem o uso da árvore de Natal para celebrar o nascimento de Jesus Cristo.


Presentes de Natal: Figura o presente máximo, o dom de Deus, que é seu filho, e que nos foi dado como irmão primogênito.

Estrelas: Os magos vindo do Oriente à procura de Jesus, foram guiados por uma estrela até Belém. A estrela de 4 pontas e uma cauda luminosa. Simboliza tanto o objeto norteador dos reis amigos, como o próprio Cristo, símbolo da verdade e da vida; em outras palavras; representa a 1'Estrela Guia da Humanidade".

As velas: simbolizam a presença de Cristo como luz do mundo. Ele próprio disse: "Eu sou a luz do mundo. Quem anda comigo não anda nas trevas.". Cada Natal deve renovar a nossa fé me Jesus e nosso empenho de viver nele, na sua luz; e assim, ser também com Ele, e como ele, a luz do mundo.

*Eduardo, Luan, Maria Fernanda Kulik e Caio.


terça-feira, 27 de outubro de 2015

Festas religiosas versus Festa comercial

Festa Religiosa: O Natal é a data em que se comemora o nascimento de Jesus Cristo. Na antiguidade, o Natal era comemorado em várias datas diferentes, pois não se sabia com exatidão a data do nascimento de Jesus. Foi somente no século IV que o 25 de dezembro foi estabelecido como data oficial de comemoração. Na Roma Antiga, o 25 de dezembro era a data em que os romanos comemoravam o início do inverno. Portanto, acredita-se que haja uma relação deste fato com a oficialização da comemoração do Natal.

As antigas comemorações de Natal costumavam durar até 12 dias, pois este foi o tempo que levou para os três reis Magos chegarem até a cidade de Belém e entregarem os presentes (ouro, mirra e incenso) ao menino Jesus. Atualmente, as pessoas costumam montar as árvores e outras decorações natalinas no começo de dezembro e desmontá-las até 12 dias após o Natal. 


Festa Comercial: Pela primeira vez, dar presentes se tornou uma importante característica do Natal. Os primeiros cristãos denunciaram o ato de presentear como uma prática romana, e os puritanos a chamaram de diabólica. Mas os americanos não foram detidos. Graças ao Capitalismo, há riqueza suficiente para tornar presentes possíveis, um grande aparato produtivo para anunciá-los e torna-los disponíveis de forma barata e um país tão contente que os homens queriam presentear seus amigos e expressar a maravilha que é a vida. O país inteiro começou a dar presentes com alegria em uma escala sem precedentes.


CURIOSIDADES: Papai Noel é uma invenção americana. Havia há muito tempo atrás um fraco feriado conectado com o santo Nicholas (em 5 de dezembro). Em 1822, um americano chamado Clement Clarke Moore escreveu um poema sobre uma vista do santo Nick. Foi Moore (e alguns poucos nova-iorquinos) que inventaram a aparência física do Santo Nick e sua personalidade, e vieram com a ideia de que o Papai Noel viaja na noite de Natal em um trenó puxado por renas, descendo as chaminés, deixando brinquedos para as crianças e então voltando para o Polo Norte.

Com o comercio se intensificando, e os capitais também, o ato de presentear tornou-se mais presente na sociedade. Com isso, o verdadeiro significado do natal vem sendo substituído, do que era para ser uma festa religiosa de um ato de comemorar o nascimento de Jesus (que segundo os cristãos, veio para nos salvar, morrendo por nós na cruz), dando lugar a alegria de comerciantes por ser uma época do ano com grande lucro. Com o passar dos anos a mídia vem substituindo símbolos natalinos religiosos por outros símbolos “comerciais” como a imagem do Papai Noel que de certa forma substituiu a imagem do presépio e do menino Jesus. E como já era de se esperar, os puritanos denunciaram o Papai Noel como um anticristo, por colocar Jesus como plano de fundo, como já dito.


  •  Marina M., Naira e Renato.





A Mídia e o Natal


A Origem do Natal
Entenda a origem e como surgiu a tradição do Natal, o que se comemora nesta data tão especial, seu simbolismo. A origem do natal  deve ser compreendida para vivenciarmos essa festa em toda sua plenitude. O Natal é a solenidade cristã que celebra o nascimento de Jesus Cristo. A data para sua celebração é o dia 25 de Dezembro, pela Igreja Católica Romana e, o dia 7 de Janeiro, pela Igreja Ortodoxa. Conheça um pouco mais sobre a história do natal. Onde surgiu o natal? Leia o texto abaixo e entenda um pouco mais sobre a tradição natalina.
Após a celebração anual da Páscoa, a comemoração mais venerável para a Igreja é o Natal do Senhor e suas primeiras manifestações. Ainda sendo uma festa cristã, é encarado universalmente por pessoas dos diversos credos como o dia consagrado à reunião da família, à paz, à fraternidade e à solidariedade entre os homens.
"Para entendermos a história do natal temos que buscar a origem da palavra natal. Nas línguas latinas o vocábulo Natal deriva de Natividade, ou seja, referente ao nascimento de Jesus. Em inglês o termo utilizado é Christmas, literalmente "Missa de Cristo". Já na língua alemã, é Weihnachten e têm o significado de 'Noite Bendita'."
No ano 245 d.C., o teólogo Orígenes  repudiava a ideia de se festejar o nascimento de Jesus "como se fosse um Faraó". Há inúmeros testemunhos de como os primeiros cristãos valorizavam cada momento da vida de Jesus Cristo, especialmente sua Paixão e Morte na Cruz. No entanto, não era costume na época comemorar o aniversário e portanto não sabiam que dia havia nascido o seu Senhor. Os primeiros testemunhos indicam datas muito variadas, e o primeiro testemunho direto que afirma que Jesus Cristo nasceu no dia 25 de Dezembro é de Sexto Júlio Africano, no ano 221.
De acordo com o almanaque romano, a festa já era celebrada em Roma no ano 336 d.C. Na parte Oriental do Império Romano, comemorava-se em 7 de janeiro o seu nascimento, ocasião do seu batismo, em virtude da não-aceitação do Calendário Gregoriano. No século IV, as igrejas ocidentais passaram a adotar o dia 25 de dezembro para o Natal e o dia 6 de janeiro para Epifania (que significa "manifestação"). Nesse dia comemora-se a visita dos Magos. 

A celebração do Natal de Jesus foi instituída oficialmente pelo Papa Libério, no ano 354 d.C.
Segundo estudos, a data de 25 de dezembro não é a data real do nascimento de Jesus. A Igreja entendeu que devia cristianizar as festividades pagãs que os vários povos celebravam por altura do solstício de Inverno.

Portanto, segundo certos eruditos, o dia 25 de dezembro foi adotado para que a data coincidisse com a festividade romana dedicada ao "nascimento do deus sol invencível", que comemorava o solstício do Inverno. No mundo romano, a Saturnália, festividade em honra ao deus Saturno, era comemorada de 17 a 22 de dezembro; era um período de alegria e troca de presentes. O dia 25 de dezembro era tido também como o do nascimento do misterioso deus persa Mitra, o Sol da Virtude.
Assim, em vez de proibir as festividades pagãs, forneceu-lhes simbolismos cristãos e uma nova linguagem cristã. As alusões dos padres da igreja ao simbolismo de Cristo como "o sol de justiça" (Malaquias 4:2) e a "luz do mundo" (João 8:12) expressam o sincretismo religioso.
As evidências confirmam que, num esforço de converter pagãos, os líderes religiosos adotaram a festa que era celebrada pelos romanos, o "nascimento do deus sol invencível" (Natalis Invistis Solis), e tentaram fazê-la parecer “cristã”. Para certas correntes místicas como o Gnosticismo, a data é perfeitamente adequada para simbolizar o Natal, por considerarem que o sol é a morada do Cristo Cósmico. Segundo esse princípio, em tese, o Natal do hemisfério sul deveria ser celebrado em junho.
Há muito tempo se sabe que o Natal tem raízes pagãs. Por causa de sua origem não-bíblica, no século 17 essa festividade foi proibida na Inglaterra e em algumas colônias americanas. Quem ficasse em casa e não fosse trabalhar no dia de Natal era multado. Mas os velhos costumes logo voltaram, e alguns novos foram acrescentados. O Natal voltou a ser um grande feriado religioso, e ainda é em muitos países. Fonte de pesquisa: Wikipédia, a enciclopédia livre - Natal
Natal - Tempo de Paz e Amor
"Natal é tempo de paz e amor entre os homens de boa vontade, Natal é esperança, nascimento, vida nova, a estrela que anuncia a chegada do Salvador. Natal é fé, é luz e harmonia. Que as festas deste fim de ano tenham um significado especial na sua vida e na de seus familiares. Obrigado e Feliz Natal!

O Natal na Mídia
A mídia fez com que as pessoas esquecessem do Natal como ele realmente deviria ser. O lado sentimental ,o começo de uma nova era. O Natal representa o dia que a Virgem Maria concedeu o filho de DEUS, Jesus Cristo.
Na época do natal as lojas só enxergam o lucro que vão ter nessa época. As propagandas de natal são uma incentivo as crianças esquecerem da verdadeira causa do Natal.   


  • Enjully, Marília e Maria Eduarda.

A Ceia de Natal - Culinária típica


Dentre as diversas tradições que envolvem as comemorações natalinas, o ponto auge do Natal é a hora da Ceia. Esse é um dos momentos mais importantes do festejo, pois é quando a família se reúne par agradecer pela vida, pelas graças concedidas e pelo nascimento e sacrifício de Jesus Cristo. 
Aqui no Brasil as receitas de ceia de Natal mais tradicionais envolvem peru, pernil ou chester, além das farofas, salpicão, massas, bacalhau, rabanada. Por sermos um país com diversas origens o Jantar de Natal ganhou pratos típicos de várias regiões do mundo. Basicamente a Ceia é formada por carnes, acompanhamentos, saladas e frutas diversas. Vale acrescentar também uma leguminosa, parecida com o feijão, muito consumida junto com os pratos de Réveillon, a lentilha. Há uma lenda que diz que elas são capazes de trazer sorte financeira, pois são parecidas com pequenas  moedas.
O Peru é um prato típico dos Estados Unidos, de acordo com a tradição a ave indica prosperidade e fartura. E em relação as sobremesas pode-se fazer receitas como pavê, mousse, manjar de coco, gelatina colorida, frutas além de outros.
A Ceia de Natal é comemorada de diferentes tipos em todo o mundo. Como por exemplo, em Portugal, o principal lá é o Bacalhau, e o Peru, não muito diferente daqui. Temos um exemplo forte que é o Peru, no qual a culinária esta em alta no mundo, o principal prato é pavão ao forno, e chocolate quente, panetone e pire de maça. Na Alemanha, a ceia é bem diferente, é tradição comer carne de porco, ganso assado, javali, chouriço, veado, salsichas, acompanhamentos de batatas, repolho, cenoura etc.
A Coca-Cola também tem grande influencia no Natal, todos conhecemos a imagem do velhinho da Coca vermelho, mas na verdade ele era verde. Há um tempo, houve um interesse social e econômico, em geral, e como a Coca sempre teve influencia, ela resolveu mudar sua cor verde para vermelho, por causa do Natal, pois era uma cor mais atrativa e que lembrava mais a data.



O Natal é uma data muito celebrada em todo o mundo, sendo interessantes as diferentes tradições e costumes dos países ao comemora-la. Vimos que o Peru é unanimidade em quase todo o mundo, e que as ceias em geral são bastante ricas em alimentos e bebidas, A Ceia de Natal possui tradição, não limites. Nada impede que em um ano você coma algo diferente.



  • Ana Carolina, Schaisa e Marina Baptista.



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